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 A CASA COM A GENTE COMO AGENTE DE TRANSFORMAÇÃO
 
 Nunca a significação do que representa o termo casa teve tanta importância como nos dias atuais. A casa é escritório, é escola infantil, é cinema na noite de sexta e praia em dia de domingo. O terapeuta te espera em sua sala virtual que é também a dele, o professor, aquele que te orienta no projeto de fim de curso, tá lá, na sala de aula que é tão sua quanto a dele. E os colegas de trabalho, em suas salas compartilhadas, já não se sabe se aquele quadro mosaico é do Léo ou da Júlia, ou mesmo seu.

O sentir a casa tem outro significado, ela não está mais fora de você, embora você sempre estivesse dentro dela, agora, mais do que nunca ela está em você, ou melhor, ela é você. Por mais piegas, que essas vagações sobre o sentir a casa possam parecer, por mais discurso sentimental em época de isolamento urgente que se assemelha com placas e propagandas expostas em mídias diversas, as vistas de uma casa de fato, estão diferentes.

Devemos celebrar ? Nos Desculpar? Nos culpar? Quem sabe. De qualquer modo, nos resta procurar nos importar com o que realmente vale nesse momento, é esquentar o pé com pantufa bem quentinha em dias frios de trabalho naquela reunião virtual que só aparece da cintura pra cima, é deixar umas comidinhas ao lado do computador pro intervalo entre uma aula e outra, e sabe que mais? Sair mais cedo da mesa de trabalho pra preparar uma comida fresca e um docinho quem sabe, depois.

Cuidar da sua casa nesse momento é como cuidar de você. Se tiver um sofá gostoso e uma almofada colorida, aconchego que não é luxo, a simplicidade mágica do aconchego criada por você é o que importa, o seu toque na casa, o seu toque em você. Parte de uma potência que busca criar um novo olhar para seu lugar que é extensão de nós mesmos. Criar e sentir, aprendizado que a casa pode dar muito mais que antes.

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